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Bem estar

Campanha atualiza formas de prevenção da COVID-19

A Associação Nacional dos Especialistas em Políticas Públicas e Gestão Governamental (Anesp) e o Observatório COVID-19 BR lançaram a campanha #InformarPrevenirSalvar com o objetivo de divulgar novas descobertas científicas sobre a prevenção da COVID-19. A campanha é fundamentada no triângulo da prevenção: máscara, distanciamento e, o componente mais importante, ventilação. Além disso, o canal aborda também a importância da ampla cobertura vacinal, partindo da premissa que, mesmo com o avanço da imunização, o investimento em prevenção deve continuar pelos próximos meses, para mitigar o avanço da pandemia.

Transmissão, prevenção e detecção

Hoje se reconhece que a principal forma de transmissão da Covid-19 é pelo ar, através da inalação de partículas quando estamos conversando, falando alto, gritando ou cantando e que podem ser transmitidas mesmo antes de uma pessoa infectada apresentar sintomas como espirro e tosse.

Também se sabe hoje que o risco de infecção por superfícies contaminadas é muito baixo. Segundo os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDCs, na sigla em inglês) dos Estados Unidos o contágio pelo toque em uma superfície contaminada é extremamente raro. Os CDCs estimam que acontecem menos de um contágio a cada 10.000 vezes que se toca um objeto com coronavírus. Eles consideram que, no caso da covid-19, o mais perigoso é o contato com gotículas e partículas contaminadas de diferentes tamanhos que podem ser inaladas por outra pessoa. Por isso, quanto mais próximos da fonte dessas partículas, maior a concentração de partículas virais, reforçando a importância do distanciamento físico. Mas os cientistas alertam que em locais pouco ventilados, mesmo na distância de 1 ou 2 metros pode haver contaminação. Isso porque as partículas com o vírus podem estar suspensas no ar.

Um exemplo para explicar como atuam essas partículas contagiosas é como se comporta a fumaça de cigarro. Ao ar livre e em ambientes bem ventilados, a fumaça se dispersa rapidamente, mas em lugares fechados ou mal ventilados, a fumaça demora muito tempo para se dissipar se concentrando no ambiente. Portanto, para se proteger efetivamente de uma contaminação é preciso usar máscaras eficazes e de maneira correta, além de deixar os ambientes bem ventilados e cuidar da higiene das mãos e de objetos.

Veja a seguir algumas premissas adotadas por protocolos atualizados:

- Locais fechados são menos seguros do que locais abertos.

- Locais lotados são menos seguros que locais com poucas pessoas, ou com pessoas distantes entre si.

- Mesmo locais abertos podem representar risco, se há muitas pessoas interagindo sem máscara, com contato próximo, prolongado, face a face.

- É possível diminuir o risco em ambientes com muitas pessoas, reduzindo o seu tempo de permanência.

- Em ambientes fechados, quanto menor o distanciamento, maior o risco.

- Quanto mais tempo a permanência em locais fechados, maior o risco.

- Quanto mais alto as pessoas falam, maior o risco.

Importante:

Nenhuma forma de prevenção da Covid-19 é 100% garantida, mas a combinação de diversas medidas permite reduzir significativamente os riscos de infecção. Por isso, mesmo já havendo vacinas e parcelas da população vacinadas, essas medidas seguem sendo importantes.

Fonte: https://brasil.elpais.com/

https://coronacidades.org/

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